sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Você é mais q vencedor por meio de Cristo Jesus.

"Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou" (Romanos 8:37). 

Se começarmos a pensar que a vida é difícil demais e ficarmos dizendo "eu desisto", estaremos cometendo um grande erro e nos afundando cada vez mais no desânimo. A verdade é que nós somos mais que vencedores, por meio de Cristo que nos amou. Para mim, ser mais que vencedor significa que, quando uma provação vem sobre mim, eu já sei que a minha vitória está garantida. Cristo venceu tudo na cruz em meu lugar e agora eu e você não temos de nos preocupar ou ficar com medo - Ele está do nosso lado e somos mais que vencedores. Podemos até nos sentir como Davi na Bíblia, diante do gigante Golias com apenas um estilingue nas mãos, mas com certeza de que Deus é quem dará a vitória! Não há nada no universo - nenhum problema muito grande que possa nos separar do amor de Deus por meio de Jesus.
Quando você se sentir sufocado pelas circunstâncias da vida, diga: "Deus me ama e sou mais que vencedor por meio Dele.” Não acredite nas mentiras do diabo quando ele tenta te dizer que você não vai conseguir desta vez. Pare imediatamente e se lembre de outras vitórias que você teve no passado. Houve outros momentos em que você provavelmente sentiu que não podia continuar e, mesmo assim, você ainda está aqui. Essa é a prova de que você é um vencedor! 

Tenha cuidado com o que você diz durante as dificuldades, porque suas palavras te afetam. Elas podem reforçar ou enfraquecer você dependendo do tipo das palavras. Seja positivo. Pense em vitória. Creia que Deus está trabalhando em você, para que você possa fazer qualquer coisa que precisar. Este tipo de atitude focada em Deus nos ajuda a desfrutar a vida em todos os momentos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Os Dez Princípios Filosóficos do PAIQ

Os Dez Princípios Filosóficos do PAIQ (Programa da acadêmia da inteligência para qualidade de vida)

PAIQ tem dez princípios que constituem sua filosofia, sua natureza e razão de ser. Esses dez princípios alicerçam as 12 leis da qualidade de vida que estudaremos e todas as metas que aqui encontraremos.

Seria bom que todos lessem e relessem esses princípios ao longo das 12 semanas.

 Cada ser humano é uma jóia única no palco da existência, uma obra-prima do Autor da Vida. Ninguém pode decidir mudar a sua história, só você mesmo.Um ser humano saudável forma pessoas saudáveis. Um líder forma outros líderes. A solidariedade e a tolerância são os fundamentos das relações sociais. O amor é o fundamento da vida: quem ama nunca envelhece no território da emoção. As perdas e os sofrimentos são oportunidades para nos construir e não nos destruir. Os fortes compreendem, os frágeis condenam. Os fortes reconhecem suas falhas, os frágeis escondem-nas. Saber ouvir é tão ou mais importante que saber falar. Quando discriminamos alguém, nós o diminuímos; quando supervalorizamos alguém, nós nos diminuímos.Quanto pior a qualidade da educação mais importante será o papel da psicquiatria. A educação é o alicerce da qualidade de vida. 

Desejo que cada um dos participantes que integrarem a esse grupo de estudo viaje cada vez mais para dentro do seu próprio ser, se conheça mais, se ame mais e se doe para os outros. Almejo que, através do PAIQ, possamos construir um oásis de qualidade de vida no deserto social... Talvez você ande terrenos nunca antes pisados. 

Você é a razão de ser deste projeto.

Augusto Cury

(Instituto Academia de Inteligência)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Por que um Deus bom permite a doença e a dor?

É muito díficil lidar com a doença quando ela vem. Eu penso que uma solução é não se esquecer que os caminhos do Senhor são melhores dos que os nossos (Isaías 55:9). Quando nos confrontamos com a doença ou a injúria, nós normalmente nós focamos somente no nosso sofrimento. No meio da luta e da dor, é muito difícil se focar nos objetivos que o Senhor pode ter com esta luta. O que será que o Senhor tem de bom a nos ensinar. A palavra nos garante que tudo coopera para o bem daqueles que temem a Deus (Rm 8:28), mas esta é uma experiência muito ardua, porém não impossível. Muitas pessoas testemunham que foi no período de luta que se sentiram mais próximos de Deus, que este foi o período que mais aprenderam, inclusive a confiar mais no Senhor. É neste momentos desespero e luta que aprendemos a olhar para cima e que aprendemos o valor da vida.

Isto não quer dizer que a doença é sempre uma maneira usada por Deus por nos ensinar algo. Num mundo cheio de pecado, as doenças e a morte sempre estará conosco. Temos desejos carnais e nosso corpo físico se deteriora e envelhece. Muitas vezes a doença ocorre em virtude de um ataque demoníaco. A Bíblia nos mostra inúmeros casos de influência maligna causando doença (Mt 17:14-18; Lc 13:10-16). então é lógico que nem sempre a doença é uma prova de Deus, mas sim num ataque de Satanás. Mas mesmo nestas ocorrências, Deus está sempre no controle. Deus permite que o pecado e Satanás cause a dor física. Até mesmo quando a doença não é enviada por Deus, Ele a usa de acordo com sua soberana vontade. 

É inegável, porém, que Deus às vezes permite que a gente fique doente a fim de cumprir Seus propósitos soberanos. Embora a doença não seja diretamente abordada na passagem, Hebreus 12:5-11 descreve Deus nos disciplinando para "produzir um fruto de justiça" (v. 11). A doença pode ser um meio de disciplina amorosa de Deus. É difícil para nós compreender por que Deus iria trabalhar desta maneira. Mas, acreditando na soberania de Deus, não há outra opção a não ser crer que o sofrimento é algo que Deus permite e/ou causa. 

O exemplo mais claro na Bíblia é achado em Salmos 119. Perceba a progressão nos versículos 67, 71 e 75. 

67: Antes de ser castigado, eu andava desviado, mas agora obedeço à tua palavra.

71: Foi bom para mim ter sido castigado, para que aprendesse os teus decretos.

75: Sei, Senhor, que as tuas ordenanças são justas, e que por tua fidelidade me castigaste.

O Autor de Salmos 119 estava olhando para o sofrimento numa perspectiva de Deus. Reconhecia os beneficios em ser afligido.  O resultado de sua aflição produziria frutos agradáveis a Deus. 

A doença e sofrimento nunca é uma coisa fácil de se lidar. Uma coisa é certa, a doença não deve levar-nos a perder a fé em Deus. Deus é bom, mesmo quando estamos sofrendo. Até o final do sofrimento - a morte - é um ato de bondade de Deus. Você acha que alguém que está nos céus, como resultado de morte ou do sofrimento lamenta o que eles passaram nesta vida? Acho que não.

Uma nota final ... quando as pessoas estão sofrendo, é nossa responsabilidade de ministrar a eles, cuidar deles, orar por eles, e confortá-los. Quando uma pessoa está sofrendo, nem sempre é apropriado  enfatizar que Deus vai trazer o bem através do sofrimento. Sim, essa é a verdade. No meio da dor a pessoa pode não conseguir compreender os propósitos de Deus e até mesmo isto pode provocar revolta contra Deus.  Quando estão sofrendo as  as pessoas precisam de nosso amor e encorajamento, não necessariamente ouvir sobre  teologia bíblica. Mesmo que estejamos certo que aquela dor é benéfica, devemos ser sábios e não tolos. 

Porque Orar em família?

Texto Base: Josué 24.14-17/ Gn 18.19

Todos nós, como seres humanos, temos direitos e deveres. Quase sempre, há a tendência de reivindicarmos os nossos direitos sem uma disposição correspondente para o cumprimento os nossos deveres. Daí as dificuldades que as pessoas enfrentam tanto na vida pessoal quanto nas relações com a Sociedade. Na vida cristã a ênfase recai no cumprimento das ordenanças deixada por Deusque vemos claramente em suas Palavra, no entanto vemos uma clara desobediência por parte de muitos cristãos os quais se descuidaram de uma responsabilidade claramente implicada.

Quando não cumprimos essas ordenanças descobrimos o estado real de nossa mente e se torna manifesto se temos ou não um amor ardente por Deus e por Seu serviço.

Dentre os deveres da vida cristã, a oração é o mais importante. Jesus mesmo em Lucas 18.1 nos conta uma parábola sobre orar sempre sem esmorecer, por que a oração é importante? porque direciona a nossa vida nos caminhos de Deus.

Orar nem sempre é gratificante para a natureza humana, para a carne. Há coisas que nos dão mais prazer do que orar. Mas a oração é um dever. O não cumprimento desse dever causa danos irreparáveis na vida cristã.

Nossas Igrejas nunca serão melhores, enquanto os crentes não estimarem intensamente a Oração. Quando levamos a Deus a nossa súplica, aperfeiçoamos a nossa fé. (Hebreus 11.6) "Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam".

A oração não muda os propósitos de Deus com relação as nossas vidas, mas nos ajusta, nos coloca, nos alinha a eles. O tempo que passamos com o Senhor em oração pode liberar um poder capaz de transformar nossas vidas. A oração é o poder mais dinâmico que este mundo jamais conheceu.

Certamente todos nós aqui sabemos do valor da oração. É por isso que oramos. No entanto não é um exercício espiritual fácil de ser praticado. Temos os inimigos da oração: o cansaço físico, o sono, a preguiça mental, a dificuldade de concentração, os sons do mundo, as tarefas cotidianas, a falta de fé no que Deus pode fazer, etc. Não é fácil reservar tempo para oração, mas é preciso fazê-lo.

Isso se aplica evidentemente tanto à adoração pública (individual) como à adoração em família. Sem dúvida, não é de todo difícil comprovar a obrigação da piedade doméstica.

Considere primeiro o exemplo de Abraão, o pai dos fiéis e o amigo de Deus. Foi por sua piedade doméstica que recebeu uma bênção da parte do próprio Jeová: "Porque Eu o tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agir com justiça e juízo" (Gn 18.19).

O patriarca é aqui elogiado por instruir seus filhos e a seus servos na mais importante de todas as obrigações: "O caminho do Senhor", a verdade acerca de Sua gloriosa pessoa.

Note bem as palavras: "Ele há de ordenar a seus filhos"; ou seja, ele usará a autoridade que Deus lhe havia dado como pai e cabeça de sua casa para fazer valer as responsabilidades da piedade familiar.

Abraão também orava com sua família e a instruía: onde quer que armasse sua tenda, ali edificava um altar a Jeová (Gn 12.7; 13.4).

Os exemplos de outros santos homens são similares ao de Abraão. Considere a piedosa determinação de Josué, o qual declarou a Israel: "Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (24.15). Ele não permitia que nem os elevados postos que ocupava nem as prementes responsabilidades públicas que se acumulavam sobre si atraíssem sua atenção até o ponto de descuidar do bem-estar espiritual de sua família.

Temos também Davi que, quando trouxe de volta a arca de Deus para Jerusalém com alegria e ação de graças, logo após liberar-se de suas responsabilidades públicas, voltou "para abençoar a sua casa" (2Sm 6.20). Além destes eminentes exemplos, podemos citar o caso de Jó (1.5) e o de Daniel (6.10).

Limitando-nos somente a um exemplo no Novo Testamento, pensamos na história de Timóteo, que foi criado num lar piedoso. Paulo lembrou da "fé não fingida" que havia nele e, acrescentou, "a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe, Eunice" (2Tm 1.5). Há alguma surpresa, então, que o apóstolo pudesse dizer-lhe: "Desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras" (3.15)?

Por outro lado, podemos observar quão aterradoras ameaças são pronunciadas contra aqueles que fazem pouco caso dessa responsabilidade.

"Derrama a Tua indignação sobre os gentios que não Te conhecem, e sobre as gerações [famílias] que não invocam o Teu nome" (Jr 10.25)!

Perceba queridos irmãos que as famílias sem oração são aqui associadas aos pagãos que não conhecem o Senhor. Que vergonha para uma familia que se diz cristã e não oram e adoram a Deus juntas. Ora!, há muitas famílias pagãs que se reúnem para adorar a seus falsos deuses. E que vergonha é isso a milhares de cristãos professos. Observe também que Jeremias 10.25 registrou uma terrível imprecação igualmente para ambos grupos: "Derrama a Tua indignação sobre...". Quão sonoramente deveriam falar-nos essas palavras!

Não é suficiente que oremos como indivíduos, em privado, em nosso lar; é-nos requerido que honremos a Deus também em nossa família. Pelo menos uma vezes por dia – pela manhã e pela noite – toda a família deveria reunir-se para inclinar-se diante do Senhor, pais e filhos, para confessar seus pecados, para dar graças pelas misericórdias de Deus, para buscar Sua ajuda e bênção.

Não se deve permitir que nada interfira com esta obrigação: todas as outras necessidades domésticas devem ser adequadas a ela. A cabeça da família é quem deve dirigir as devoções, mas, se estiver ausente, ou seriamente enfermo ou é um incrédulo, então, a esposa deve tomar seu lugar. Em nenhuma circunstância deve-se faltar com a adoração em família. Se vamos desfrutar da bênção de Deus sobre nossa família, então, que seus membros se reúnam diariamente para o louvor e a oração. "Eu honrarei aos que Me honram", 1 Samuel 2:30 é Sua promessa.

Um antigo escritor bem disse: "Uma família sem oração é como uma casa sem teto, aberta e exposta a todas as tormentas do céu."Todas as nossas comodidades domésticas e bênçãos temporais brotam da generosidade amorosa do Senhor, e o melhor que podemos fazer em troca é reconhecer com gratidão, juntos, Sua bondade em relação a nós como família.

As desculpas para o descumprimento dessa sagrada obrigação são vãs e sem valor. Que proveito terá, quando tivermos de dar uma explicação a Deus pela mordomia de nossa família, dizer que não tivemos tempo disponível, trabalhando duro da manhã até a noite? Quanto mais foram prementes, (urgentes) nossas obrigações temporais, maior nossa necessidade de buscar socorro espiritual. Nenhum cristão pode alegar que não está qualificado para tal labor: os dons e os talentos se desenvolvem pelo uso e não pela negligência.

As vantagens e as bênçãos da adoração em família são incalculáveis.

Primeiro, a adoração em família prevenirá de muito pecado. Ela protege a alma, comunica um sentido da majestade e da autoridade de Deus, coloca verdades solenes na mente, faz com que desçam benefícios de Deus sobre o lar.

A piedade pessoal no lar é um meio de influência poderoso, para comunicar piedade aos pequenos. As crianças são principalmente criaturas de imitação, que amam copiar o que vêem em outros. "Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os Seus mandamentos" (Sl 78.5-7).

Queridos a espantosa decadência moral e espiritual das multidões de hoje podem ser resultado do descuido dessa irresponsabilidade por parte dos pais em negligenciar  a oração e o culto em família. A oração diária no lar é um meio de graça bendito para dissipar aquelas paixões malditas a que nossa natureza comum se encontra sujeita.

Em segundo lugar a oração em família obtém para nós a presença e a bênção do Senhor. Há uma promessa de Sua presença, a qual é peculiarmente aplicável a essa responsabilidade.  Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Mateus 18:19-20.  Muitos têm encontrado na adoração em família essa ajuda e comunhão com Deus, a qual buscavam, com menos resultado, na oração privada.

Em terceiro lugar a oração em família mantem a espiritualidade de nosso lar.

Mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei hoje a quem haveis de servir; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Nossa sociedade é marcada pela licenciosidade e pelo descompromisso com os valores cristãos. O mundo contemporâneo está mergulhado em profunda imoralidade. O materialismo e o consumismo do mundo contemporâneo têm levado os membros da família a se esquecerem da vida piedosa no lar.

Uma família fundamentada nos princípios da Palavra de Deus pode oferecer cura para uma sociedade espiritualmente enferma. Necessitamos profundamente do avivamento da espiritualidade no lar.

A Família cristã era o baluarte da piedade em épocas passadas, mas nesses dias maus, centenas de famílias chamadas cristãs não realizam a adoração no lar, não estabelecem restrições, nem ministram qualquer disciplina e ensino aos seus filhos. Como podemos esperar que o reino de Deus prospere, quando os discípulos de Cristo não ensinam o evangelho a seus próprios filhos.Repare três coisas neste texto: Josué 24.14-15

Primeiro, Josué não fez da adoração ou culto ao Deus vivo uma opção. No verso 14, ele ordenou Israel a temer o Senhor. No verso 15 ele enfatiza que o Senhor deseja ser adorado e cultuado voluntariamente e deliberadamente em nossas famílias.

Segundo, no verso15, Josué reforça o culto a Deus em família com seu próprio exemplo. O verso 15 demonstra que ele estava se endereçando aos cabeças dos lares. Esse verso declara que Josué irá fazer o que ele quer que todo chefe de família em Israel faça: servir ao Senhor,

  Josué sabe que ainda havia muita idolatria em Israel. Ele tinha acabado de dizer ao povo para afastar os falsos deuses (v. 14). Ele sabia que sua família iria nadar contra a correnteza em continuar servindo ao Senhor mesmo assim ele enfaticamente declara que sua família irá proceder assim de qualquer maneira.

Terceiro, a palavra servir no verso 15 é uma palavra abrangente. Ela é traduzida como adoração (culto) muitas vezes nas Escrituras. A palavra original não inclui apenas servir a Deus em todas as esferas de nossas vidas, mas também em atos especiais de culto .

Certamente todo marido temente a Deus e pastor deve dizer como Josué: "Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor". Nós buscaremos a Deus, cultuaremos a Ele e oraremos a Ele como família. Nós leremos Sua Palavra, repleta de instruções e reforçar seus ensinamentos em nossa família.

Ainda que com dificuldades, com lutas, com fraqueza, aprendamos a orar em família. Que a oração e adoração familiar seja para nós um hábito diário. Que experimentemos o poder de Deus através deste canal. Que nos identifiquemos com o Senhor Jesus, que preferia a oração às multidões (Mt. 14:22, 23), que dava o melhor do seu tempo para estar com Deus. Desliguemos o rádio, a TV, o computador, o celular, entremos no lugar secreto e mantenhamos uma comunhão com Deus. 

sábado, 3 de outubro de 2015

A Coisificação do Homem.

A “coisificação” do homem é um sinal do trágico destino da humanidade: a banalização da vida, a perda de valores éticos e morais, invertendo a prioridade da “coisa” sobre a vida. O crescente hedonismo coisifica o homem, pois este passa a ser um instrumento com uma finalidade única e suprema do prazer.

Vende-se a todo instante, através dos meios de comunicação ou por propagandas disseminadas entre as pessoas, a vida fácil, o prazer instantâneo, o valor do “ter” sobre o “ser” das pessoas. O jovem é o alvo mais freqüente e é bombardeado insistentemente com essa inversão de valores. Mas os adultos também são vítimas. Basta uma olhadela na rua ou folhear uma revista para percebermos a banalização da vida humana.

O relativismo moral e religioso é o responsável por essa inversão de valores, que coloca em risco a própria existência do homem. Tudo é verdadeiro e tudo é permitido desde que seja agradável e prazeroso; melhor ainda se for rápido, instantâneo! As pessoas precisam ser críticas a tudo que é colocado à sua disposição, principalmente quando algo é oferecido de forma muito fácil e graciosa: há que se investigar o que está por trás dessa generosidade suspeita.

A pressão para a legalização do aborto, alegando motivos invertidos como justificativa é um exemplo. Oras, alega-se que se há abortos clandestinos, precisamos legalizá-los. Baseando-se nesse raciocínio: se ninguém respeita o limite de velocidade na cidade e estradas, porque não liberá-los? Não! Limita-se a velocidade porque o seu excesso é um risco para vidas humanas. O mesmo raciocínio deve ser aplicado com relação ao aborto – um atentado contra a vida humana. Ainda: se há assaltos a bancos, porque não estudamos uma forma de legalizá-los? Porque o dinheiro é poderoso e é necessário guardá-lo a sete chaves. Então porque não preservar a sete chaves a vida humana, ainda que tenha apenas dias ou semanas, dentro de um útero materno?

Mais uma vez, a solução mágica é apresentada. Como no caso das cotas, aonde é muito mais fácil e eleitoreiro criá-las do que o demorado, mas necessário, investimento na melhora da qualidade da educação pública (Ensino Fundamental e Médio). Se há abortos clandestinos, é muito mais fácil legalizá-lo do que investir em educação e saúde para impedir gestações inconseqüentes. Há a necessidade de parar com os abortos – clandestinos ou não! O caminho correto é a educação. Também urge fiscalizar e condenar aqueles que promovem essa prática clandestinamente.

É preciso parar com essa inversão de valores. É preciso por os “pingos nos is” corretamente. Definitivamente. E assim, livrar as pessoas da banalização da vida humana.

O ser humano é dotado de inteligência. Deve utilizá-la para tomar suas decisões. Deve empregá-la a serviço da vida e da permanência da humanidade sobre a terra. Campanhas de proteção de árvores e matas são lançadas a todo o momento: sim, necessitamos preservar a natureza para sobrevivermos. Mas de que adiantará preservá-las, se o homem aniquila-se a si próprio?