Eu dedico esta Blog a todas as pessoas que passam pelos transtorno que a vida faz com que sofremos e que queira ter uma nova maneira de viver que é em Cristo Jesus. Somente Ele pode e quer restaurar sua vida. ME AJUDEM A DIVULGAR: COMPARTILHANDO E CONVIDANDO SEUS AMIGOS PARA CURTIR O BLOG !! Fundador e editor: Rogério Bernardo Bertho.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Esperar em Deus – No tempo oportuno
"Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará. ” (Hc 2:3)
Em muitas passagens do salmos 42 vemos muitas emoções em conflito. Emoções como tristeza,alegria, incredulidade e incerteza permeiam neste salmo. No começo deste salmo a confiança em deus conflitua com a dúvida da incerteza do futuro. (Sl 42:3;6;8)
Aquele que espera em Deus deve entender o tempo de Deus em sua vida. E o tempo de Deus não pode ser medido, como o nosso tempo. Na linguagem grega este tempo se chama KAIROS, que para os cristãos é o tempo da plenitude de Deus.
Salomão disse no livro de eclesiastes que há um tempo para tudo e um tempo para todo propósito debaixo do céu (Ec 3:1 ).
Muitas pessoas não tem paciência em esperar esse tempo. Muitas pessaos não tem paciência em esperar em deus, por isso se precipitam em suas ações. Diz a palavra de Deus que peca quem é precipitado (Pv 19:2).
É normal que haja conflito em nossas emoções quando estamos debilitados na nossa alma, e que a precipitação queira tomar conta de nossa vida. Muitas vezes o nosso EU diz: “Faça Hoje!”, mas o Senhor quer também nos dizer: “espere no tempo certo”.
Talvez muitas vidas tivessem outro destino.
Podemos citar o caso da precipitação de Abraão com Agar.(Gn cap 16 e 21).
O que seria do destino da nação israelita se tivessem esperado o tempo oportuno de Deus
e reconhecido Jesus como Messias?
Aliás escrevi isso num outro artigo que se chama: Precpitação
Quando a paciência perde lugar para a ansiedade o que podemos ver que é um resultado contrário ao propósito e as promessas de Deus em nossa vida. Uma atitude precipitada muitas vezes impede que as bençãos do Senhor venham em nossa vida.
Muitas pessoas por não querer esperar o tempo de Deus acabam tomando decisões precipitadas em várias áreas de sua vida.
Vemos isso em relacionamentos, em trabalhos e no serviço da própria igreja do Senhor.
Creio que hoje, se muitas pessoas tivessem uma outra chance e uma nova oportunidade de refletir, gostariam de voltar atrás em muitas de sua decisões. Acredito que muitos prefeririam “esperar em Deus no Seu tempo”.
O profeta Jeremias também passou por sofrimento e vivendo um conflito de emoções em sua vida dá uma dica para aqueles que querem esperar em Deus, mesmo em meio as aflições:
Diz a palavra de Deus:
Minha alma continua os recorda e se abate dentro de mim.
Mas quero trazer a memória, o que me pode dar esperança (Lm 3:21)
Traga a sua memória o que pode lhe trazer esperança !
Pois uma pessoa cheia de esperança pode superar quase tudo !
Pense nas coisas do Alto (Cl 3:2)
Enquanto olharmos para a situação, nunca alcançaremos a salvação que vem do Senhor. Trazer a memória é fazer voltar o coração ao tempo das boas lembranças. É recordar dos bons momentos, até porque a nossa vida não se resume em aflições, mas de momentos de felicidade e alegria. É olhar para frente e não para trás. É saber que o melhor de Deus ainda está por vir. É saber que o Senhor é bom e sua misericórdias não tem fim, elas se renovam a cada manhã.
Não olhando para a “terra arrasada e assolada”, mas olhando com os olhos da fé, como Abraão. Devemos olhar pela fé a nossa vida construída e alicersada em Deus. Devemos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé, JESUS, para que possamos enxergar
e esperar um futuro com confiança em Deus, pois só Ele é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos (Ef 3:20)
Eu, porém, olharei para o SENHOR; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá. (Mq 7:7)
sábado, 19 de setembro de 2015
ESTABILIDADE FAMILIAR
A vida em família geralmente é cercada de muita expectativa. Quando os noivos entram no casamento, carregam consigo muitos sonhos em torno da construção de uma família estável, feliz, bem sucedida, com filhos saudáveis, obedientes, etc. Entretanto, há muitos casais que nos primeiros meses ou anos do casamento deixam ir por água abaixo todos os sonhos e expectativas, chegando à conclusão de que a família que idealizavam e que começaram a construir não passava de um castelo de areia. Há muitos casais que concentram todas as esperanças de uma família alegre e realizada, nos filhos que estão crescendo, mas, com o passar do tempo, estes acabam lhes trazendo grandes desgostos, desafios e preocupações.
Assim, assiste-se hoje à desestruturação e ao desmoronamento de muitas famílias. É nesse contexto e diante desse desafio, que estaremos buscando na Palavra de Deus os princípios que possibilitam a estabilidade familiar, pois, "se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam".
Desde a instituição da primeira família na terra - Adão e Eva - até hoje, a família enfrenta problemas. Se por um lado a família é lugar onde se tem segurança, provisões e cuidados mútuos, por outro lado é também o lugar onde surgem conflitos, aborrecimentos e incompreensões.
Marido e mulher, com suas individualidades e diferenças de formação, filhos com idades e temperamentos diversificados, personalidades diferentes abrigadas sob um mesmo teto, acarretam, muitas vezes, as dificuldades em se manter um relacionamento familiar tranquilo, saudável e estável. Junto a esses fatores somam-se as tensões de um mundo em crise, as influências dos meios de comunicação - especialmente a internet e a televisão - a deterioração de valores de uma sociedade secularizada e a falta de comunicação no lar, agravando a já bastante desestabilizada família moderna.
Diante da preocupante situação da família moderna, o que deve ser feito? Será que a família é mesmo uma instituição ultrapassada e fracassada? Será que outros modelos de vida familiar devem ser buscados ou tolerados?
Sem considerar a complexidade dos fatores que hoje se somam, ameaçando a estabilidade da família, e sem adiantar respostas às indagações anteriores, convidamos cônjuges e filhos a considerarem os princípios bíblicos relacionados à estabilidade familiar.
LIÇÕES PRÁTICAS è A Bíblia não é somente um manual de vida familiar que traz regras e leis para a vida em família. A Bíblia apresenta, sim, que visam orientar e estruturar para fazer da vida em família uma agradável, compensadora e edificante experiência, assegurando a sua estabilidade.
1. A ESTABILIDADE FAMILIAR REPOUSA NO PRINCÍPIO DA AUTORIDADE
Em qualquer instituição, tanto divina quanto humana, precisa haver o princípio da autoridade. Porém, é preciso entender que autoridade não é o mesmo que autoritarismo. Mas, que tipo de autoridade deve existir na família?
1.1. Autoridade divina. "Como convém no Senhor... pois fazê-lo é grato diante do Senhor"(vv. 18,20). Quem pensa que a maior autoridade dentro da família é a mulher ou o marido, está equivocado. Marido, mulher e filhos estão sob a autoridade do instituidor e preservador da família: Deus. A autoridade divina está acima de qualquer outra autoridade na família. A vida familiar deve ser vivida conforme a orientação bíblica, antes de tudo porque "fazê-lo é grato diante do Senhor".Quando alguém desonra a sua família, está ofendendo diretamente a Deus e negando a fé (1Tm 5.8).
1.2. Autoridade patriarcal. "Esposas, sede submissas aos próprios maridos..." (v. 18). Esse texto bíblico foi produzido em uma época, um lugar e um contexto cultural em que a estrutura social aceita era a patriarcal, onde o pai era visto como o chefe e autoridade máxima. Em nossa cultura, o regime patriarcal também é mais aceito. Entretanto, quando a mãe, por fatores diversos e/ou adversos assume a direção da família, a sua autoridade não é inferior pelo fato de ser mulher. A autoridade patriarcal não dá ao marido o direito de ser arrogante, violento e dominador. Alerta J.Comblin que: "Sendo o chefe da casa, o marido sofre a tentação de impor o seu humor a todos os membros da família. Tem que reprimir esse mau humor, e tratar a mulher com delicadeza". Espera-se da esposa não asubordinação (estar sob ordens), e sim,submissão (missão dentro do lar abaixo do marido, como sua auxiliadora idônea) (Gn 2.18). A esposa não está na mesma condição dos filhos e dos servos que, em tudo devem obediência ao chefe da casa. É importante entender também que, ao falar de submissão feminina, Paulo não questiona, nem justifica em nome do Evangelho esta regra da tradição social familiar. Apenas diz que é conveniente que assim seja; não por causa do marido em si, mas por causa do Senhor (Tt 2.3-5).
1.3. Autoridade Paternal/Maternal. "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais " (v.20). Ainda dentro do princípio da autoridade, o texto mostra com muita clareza a importância da autoridade dos pais, através de uma exortação direta aos filhos. Esta exortação, também repetida na carta aos Efésios (Ef 6.1-3), inspira-se no quinto mandamento (Ex 20.12). Em muitas famílias os filhos obedecem mais ao pai do que à mãe, mas não é correto que seja assim. Tanto o pai quanto a mãe precisam exercer autoridade sobre os filhos (Pv 13.24; 19.18; 29.15, 17). Uma família onde a autoridade dos pais não é reconhecida e respeitada, torna-se lugar de confusão e tristeza.
2. A ESTABILIDADE FAMILIAR REPOUSA NO PRINCÍPIO DA SUBMISSÃO
Onde não há submissão é difícil haver harmonia, é impossível haver felicidade. Por isso, a Bíblia apresenta para a vida em família também o princípio da submissão.
2.1. Submissão expressa em amor. "Maridos, amai a vossas esposas, e não as trateis com amargura" (v. 19).
Em primeiro lugar, para haver estabilidade na família, o casal deve ser submisso a Deus. Um coração submisso a Deus será sempre um coração cheio de amor. Diz a Bíblia que o amor procede de Deus e aquele que O conhece, ama. O marido que conhece a Deus dispensará à sua mulher e receberá dela um tratamento cheio de amor (I Jo 4.7).
2.2. Submissão expressa em obediência."Esposas, sede submissas aos seus próprios maridos... Filhos, em tudo obedecei a vossos pais" (vv. 18,20). A submissão expressa em obediência é a resposta mais natural a um tratamento de amor. Um chefe de família obediente ao Senhor, responsável e amoroso, receberá de sua esposa e dos filhos uma voluntária obediência como expressão de submissão. Uma família onde cada um faz o que bem entende e ninguém obedece a ninguém, está muito distante dos princípios bíblicos que incluem a obediência como expressão de submissão.
2.3. Submissão expressa em humildade. O contrário de submissão é arrogância, altivez, etc. Quando existe este tipo de comportamento na família, por parte de quem quer que seja, fica muito difícil a convivência familiar. A palavra de Deus recomenda a humildade (Pv 22.4; 1 Pe 5.5).
3. A ESTABILIDADE FAMILIAR REPOUSA NO PRINCÍPIO DA AFEIÇÃO
A autoridade e a submissão na família se harmonizam e se tornam viáveis, praticáveis e agradáveis, em virtude do princípio da afeição: consideração do marido para com a esposa e vice-versa, dos pais para com os filhos e destes para com os pais. O princípio da afeição, sobre o qual também repousa a estabilidade familiar deve, necessariamente, ser exercitado da seguinte maneira, como sugere o texto:
3.1. Afeição conjugal. "Esposas, sede submissas... Maridos, amai... " Aqui fica mais clara a ideia de que a submissão que a mulher deve ao marido e o amor que este deve à sua mulher não são atitudes forçadas por leis e regras exteriores, mas é um sentimento de afeição que brota do coração. Grande é esse mistério, que se confunde com a união entre Cristo e a Igreja (Ef 5.28-33).
3.2. Afeição filial. "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais" (v.20). A afeição dos filhos em relação aos pais é de fundamental importância para a existência de uma família estável e feliz. Os filhos devem àqueles que os geraram, a mais profunda afeição (Pv 6.20-23).
3.3. Afeição paternal. O texto básico indica também que o princípio da afeição deve ser acatado e praticado pelos pais em relação aos filhos: "Pais, não irriteis os vossos filhos para que não fiquem desanimados" (v.21). A mesma recomendação é encontrada em Ef 6.4. Os pais devem ser muito cuidadosos na demonstração da afeição aos filhos. Os sentimentos de rejeição, incompreensão e indiferença sentidos por muitos filhos, têm criado revoltas, complexos e outros dramas existenciais, desestabilizando vários lares.
DISCUSSÃO
1. Quais os principais fatores que hoje provocam a desestabilização da família?
2. No relacionamento familiar, quais são os limites:
a) da autoridade do marido;
b) da submissão da esposa;
c) da obediência dos filhos?
3. Você concorda que dentro de casa a última palavra deve ser sempre do marido?
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Texto de Reflexão e Dinâmica : Primeiro as Primeiras Coisas
Numa aula de Filosofia, o professor queria demonstrar um conceito aos alunos. Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então, perguntou à classe:
- Está cheio?
Pelo que viam, o vaso estava repleto, por isso os alunos unanimemente responderam:
- Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então ele perguntou aos alunos:
- E, agora, está cheio?
Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:
- Então está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim!
Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o liquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e “brilhante” aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a agenda da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá espremer dentro, mais coisas!
- Não exatamente! – respondeu o professor. O ponto é o seguinte: a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las lá dentro. Vamos! Experimente, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, de pedregulhos, de areia e de água.
O aluno começou a experiência, colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou surpreso que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisas menores.
Então, o professor explicou para a classe:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se “aberto” para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos, suas obrigações, seus be4ns e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então aquelas que são realmente importantes, nunca terão espaço em sua vida. Recomece. É uma boa sugestão. Esvazie seus vasos e comece a preenchê-los com pedras grandes.
Ainda há tempo e ainda é tempo. Sempre é tempo de mudar as coisas.
Autor desconhecido.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
PRESSA/PRECIPITAÇÃO
Definições: Pressa é velocidade, ligeireza, rapidez. Necessidade intensa de atingir um objetivo, de apressar-se. Precipitação é uma pressa irrefletida. Reagir sem a devida deliberação (oração e reflexão) ou cautela.1. A pressa é muitas vezes uma cilada do Diabo para nos fazer agir rápido demais e pegar-nos num momento de imprecaução, sem oração.
20 pois a ira do homem não opera a justiça de Deus.
2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. 3 Refrigera a minha alma. Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do Seu nome.
23 Ele, porém, voltando-Se, disse a Pedro: Para trás de Mim, Satanás! Tu Me serves de pedra de tropeço; não compreendes as coisas que são de Deus, e, sim, as que são dos homens.